blog@qui | 7º Ano

Espaço de reflexão sobre as aulas de História | Externato Maria Auxiliadora | Viana do Castelo

12.11.06

Tribunal de Osiris

De acordo com a crença egípcia, explica como se processava o julgamento dos mortos.

17 Comments:

  • At 7:20 da tarde, Anonymous Jo@n@ said…

    Olá stora!!!!

    O julgamento dos mortos processava-se da seguinte maneira:
    ->o morto era conduzido por Anúbis
    ->na balança era pesado, num prato, o coração do morto e no outro prato uma pena de avestruz.
    ->Amit, o monstro do Nilo, devorava os mortos que tivessem sido maus na vida.
    ->Thot, o deus da sabedoria, anotava o resultado da pesagem.
    ->Hórus, deus protector do faraó, apresentava os resultados da pesagem a seu pai (Osíris).
    ->Osíris presidia ao julgamento.

    Jokas pa stora!!!!!!!!

     
  • At 5:01 da tarde, Anonymous Rosmaria said…

    Olá sora!

    O morto era conduzido por Anubis, na balança pesava-se o coração do morto e no outro prato era pesada uma pena de avestruz,se o coração fosse mais pesado que a pena o morto era devorado pelo monstro do Nilo, Amit. Thot, apontava o resultado da pesagem, que depois era apresentado por Hórus a Osíris, seu pai.


    Rosmaria 7º

     
  • At 6:26 da tarde, Blogger Joao Alberto said…

    Para um egípcio, o momento do seu funeral era o mais importante de toda a sua vida. Preparava-se para ele durante toda a sua existência: encomendava o caixão, mandava construir e ornamentar o seu túmulo e comprava diversas coisas da vida corrente que pretendia levar para a viagem até ao Além. Tal acontecia porque os egípcios acreditavam que o defunto sobrevivia no outro mundo e por isso era preciso que as necessidades diárias do seu corpo fossem satisfeitas: comer, beber, ter um abrigo e estar satisfeito.
    Mas, para que o corpo sobrevivesse, teria de ser absolvido no julgamento dos mortos. A vida terrena do defundo ia ser avaliada segundo o ideal da justiça divina e eram muito poucos os que estavam à altura de um julgamento como esse.
    Era assim que o julgamento dos mortos se processava:
    O morto era conduzido por Anúbis até à Sala da plena Justiça, onde o tribunal divino tinha a sua sede. Neste local, o submundo e o Além estavam em contacto e era aí que se encontrava uma grande balança. O coração do morto era colocado num dos pratos da balança, sob a vigilância de Anúbis e de Tot, o deus escriba, e no outro prato estava uma pena de avestruz. Note-se que, para os egípcios, o coração era o centro real da personalidade, o assento da razão, da vontade e da consciência moral.
    Se os pratos se equilibrassem, o defundo estava absolvido. Se não se equilibrassem, porque o coração tinha peso excessivo, o que acontecia era que a "Grande Devoradora" ou Amit, um monstro híbrido do Nilo, mistura de crocodilo, pantera e hipopótamo que estava presente no julgamento ao lado da balança, estava pronta para devorar o morto.
    Esse era o pior dos castigos, pois correspondia ao aniquilamento total, à morte absoluta, sem esperanças de ressurrição.
    Os resultados da pesagem eram apresentados a Osíris, que presidia ao julgamento, por Hórus, seu filho e deus protector do faraó.

     
  • At 10:18 da manhã, Anonymous Margarida Queirós said…

    ++++++++++++++++++oi++++++++++++++
    primeiro os mortos eram comduzidos por anúbis ate a balança na balança era pesado a cotação da morto e uma pena de avestruz s o coração fosse mais pesado que a pena o morto era devorado pelo montro de nilo, depois eram conduzidos até osíris onde os mortos confesavam o k tinham feito na vida terrena, por fim os mortos iriam saber se passavam para o "paraiso" dos mortos ou nao
    **************bjs, xau fice bem***********

     
  • At 7:10 da tarde, Anonymous Tomás Costa said…

    1º- Anubis conduzia o morto até à balança.
    2º-na balnça estava de um lado o coraçao do morto, e do outro uma pana de avestruz.
    3º-Amit. o montro do nilo, matava e devorava os mortos em que o coraçao pesava mais (o coraçao das pessoas que tinham sido más na vida) que a pena de avestruz.
    4º-Thot, o deus da sabedoria, anotava os resultados da pesagem num papiro.
    5º-Horus, desus protector do farao, filho de osiris, mostrav ao pai os resultados.
    6º-osiris, o soberano do reino dos mortos, decidia o julgamento.

     
  • At 7:14 da tarde, Blogger José Antonio Klaes Roig said…

    Oi, Sónia. Trabalho com tecnologia educacional, tanto com capacitação de professores como com alunos da Educação Especial, e fazendo pesquisa sobre blogues de alunos, para colocar em prática aqui no Brasil, entrei por acaso nesse da tua turma, e gostei demais. Parabéns.

     
  • At 9:55 da tarde, Blogger Aluno Zé Diogo said…

    O julgamento processava-se da seguinte maneira:
    -« o morto era guiado por Anúbis; depois chegando a uma espécie de balança é pesado o coração e, no outro prato da balança está pousada uma pena de avestruz, se o coraçao for mais pesado que a pena - o coraçao está pesado de pecados - o Amit destroi (mata-o) o morto, se for mais leve o morto é condusido até Osiris, o deus dos mortos e este diz para onde vai e o que vai fazaer...

    Bjs
    jose diogo

     
  • At 7:29 da tarde, Blogger Blog da Inês, a curiosa said…

    oi**
    era assim:
    #Anúbis conduzia o morto.
    #A balança:num prato, o coração do morto, no outro, uma pena de avestruz.
    #Amit, monstro do Nilo, devorava os mortos que tivessem sido maus na vida.
    #Thot anotava o resultado da pesagem.
    #Hórus apresentava os resultados da pesagem a seu pei, Osíris.
    #Osíris presidia ao julgamento.
    #Íris acompanhava Osíris.

    ****************bjs****************

     
  • At 9:56 da tarde, Anonymous gonçalinho said…

    o morto era conduzido a uma balança onde ele so passava se o seu coração fosse mais leve do que uma pena de avestrus depois eraconduzidoa osiris deus dos mortos

     
  • At 5:59 da tarde, Anonymous teresinha said…

    ola sttora!



    no julgamento dos mortos, o morto era conduzido por anubis, de seguida o coraçao do morto era posto num prato da balança i no outro uma pena de avestruz, se o coração fosse mais pesado que a pena o morto era devorado por amit. logo depois thot apontava o resultado da balança e entrgava.o a hórus para ele apresentar o resultado ao seu pai Osiris.


    beijinhos

     
  • At 10:40 da tarde, Anonymous maria said…

    os julgamentos dos mortos:
    - o morto era conduzido por anúbis, ate á balança
    - na balança poem num prato o coraçao e no outro uma pena de avestruz
    - Amit, devorava os mortos que tivessem sido maus na vida
    - thot, anotava
    - horus, resultados
    - osiris presidia o julgamento

    bjs

     
  • At 1:18 da tarde, Anonymous Sara Filipa said…

    Olá!
    O julgamento era iniciado por Anúbis que conduzia o morto. Depois o coração do morto era posto numa balança dum lado e uma pena de avestruz do outro. Amit, monstro do Nilo, devorava os mortos que tivessem sido maus na vida. A seguir Thot anotava o resultado da pesagem. De seguida, Hórus apresentava os resultados da pesagem ao seu pai, Osíris que presidia o julgamento.
    Se o coração fosse mais leve que a pena de avestruz o Homem tinha direito à vida eterna.

     
  • At 2:22 da tarde, Anonymous Beta said…

    oi
    Anúbis conduzia os mortos, a seguir com uma balança fazia-se a pesagem do coração. De um lado ficava o coração e do outro uma pena. Se o coração fosse mais leve que a pena Osíris que presidia o julgamento dava a posse da vida interna.

     
  • At 2:28 da tarde, Anonymous Carolina & Mariana said…

    tribunal de osiris:
    * anubis conduzia o morto atè a balança na balança pesava-se o coração
    *um monstro do nilo devorava os coraçoes que fossem mais pesados que uma pena de avestruz
    *osiris participava no julgamento

     
  • At 2:30 da tarde, Anonymous sarinha said…

    O julgamento dos mortos processava-se da seguinte maneira:
    -o morto era conduzido por Anúbis
    -na balança era pesado, num prato, o coração do morto e no outro prato uma pena de avestruz.
    -Amit, o monstro do Nilo, devorava os mortos que tivessem sido maus na vida.
    -Thot, o deus da sabedoria, anotava o resultado da pesagem.
    -Hórus, deus protector do faraó, apresentava os resultados da pesagem a seu pai (Osíris).
    -Osíris presidia ao julgamento.

    beijinhos

     
  • At 9:31 da tarde, Anonymous Daniela Peixoto said…

    Este povo acreditava na imortalidade da alma e assim na reencarnação.
    O defunto só teria direito à vida etern se no tribunal de Osiris demonstrasse que tinha tido uma boa conduta e honesta

     
  • At 5:19 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    Segundo dizem era um pouco mais complexo, mas era isso, mais ou menos.
    Maat eventualmente passou a ser associado a Osíris, o deus do outro mundo. Para os egípcios antigos, a palavra Maat significava não só verdade mas também retidão e justiça. Seu símbolo do Maat era a pluma de avestruz. A pluma, como símbolo, é encontrada em toda parte do Egito . nos túmulos e nas paredes e colunas dos templos. A pluma pretende transmitir a idéia de que "a verdade existirá". A pluma era transportada nas cerimônias egípcias, muitas vezes sobre um cajado. Ela aparece como fazendo parte do toucado da deusa.Um dos textos das pirâmides diz: "O céu está satisfeito e a terra regozija-se quando ouvem que o Rei Pépi II pôs Maat no lugar da falsidade e da desordem". Os historiadores modernos concluem que a justiça era a essência do governo, inseparável do rei e, portanto, o objetivo reconhecido da preocupação de um funcionário. Ele não só estava envolvido na concepção de justiça como também na ética. Dizia-se que os inúmeros deuses dos egípcios viviam pelo Maat. Isto quer dizer que os poderes encontrados na natureza funcionavam de acordo com a ordem da criação.
    Para o povo, o faraó estava com os deuses em sua relação com Maat, como se evidencia por esta citação: "Tornei clara a verdade, Maat, que Ra ama. Sei que ele vive de acordo com ela. Ela também é meu alimento. Eu também como do seu brilho". Assim, o rei ou faraó vivia pelo Maat.
    Esperava-se que os funcionários dirigidos pelo faraó vivessem de acordo com o Maat, conforme o sugere esta citação: "Se és líder e diriges os assuntos de uma multidão, esforça-te por alcançar toda virtude até que não haja mais falhas em tua natureza. Maat é bom e sua obra é duradoura. Ele não foi perturbado desde o dia do seu criador. Aquele que transgride seus decretos é punido. Ele se estende como um caminho à frente até mesmo daquele que nada sabe. A má ação até hoje nunca levou seu empreendimento a termo". O significado aqui é evidente. Ele pede honestidade. Honestidade era sempre o tema
    Um dos textos das pirâmides diz: "O céu está satisfeito e a terra regozija-se quando ouvem que o Rei Pépi II pôs Maat no lugar da falsidade e da desordem". Os historiadores modernos concluem que a justiça era a essência do governo, inseparável do rei e, portanto, o objetivo reconhecido da preocupação de um funcionário. Ele não só estava envolvido na concepção de justiça como também na ética. Dizia-se que os inúmeros deuses dos egípcios viviam pelo Maat. Isto quer dizer que os poderes encontrados na natureza funcionavam de acordo com a ordem da criação.
    Para o povo, o faraó estava com os deuses em sua relação com Maat, como se evidencia por esta citação: "Tornei clara a verdade, Maat, que Ra ama. Sei que ele vive de acordo com ela. Ela também é meu alimento. Eu também como do seu brilho". Assim, o rei ou faraó vivia pelo Maat.
    Esperava-se que os funcionários dirigidos pelo faraó vivessem de acordo com o Maat, conforme o sugere esta citação: "Se és líder e diriges os assuntos de uma multidão, esforça-te por alcançar toda virtude até que não haja mais falhas em tua natureza. Maat é bom e sua obra é duradoura. Ele não foi perturbado desde o dia do seu criador. Aquele que transgride seus decretos é punido. Ele se estende como um caminho à frente até mesmo daquele que nada sabe. A má ação até hoje nunca levou seu empreendimento a termo". O significado aqui é evidente. Ele pede honestidade. Honestidade era sempre o tema

     

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